
1-Cidades-Urgente: colocar a questão urbana na agenda nacional
A Carta Maior abriu uma editoria permanente de discussão sobre os problemas centrais das cidades brasileiras hoje. Coordenado por Erminia Maricato, urbanista e professora da USP, o novo espaço servirá para dar à questão urbana o lugar que lhe deveria caber no debate público. “As cidades fornecem destaques diários para a mídia escrita, falada e televisionada. A questão urbana, então, ocupa um espaço prioritário na agenda política nacional. Certo? Muito longe disso, a questão urbana está fora da agenda política nacional. Leremos nesta editoria alguns dos mais informados e experientes profissionais e estudiosos de políticas urbanas no Brasil, que, além dessas virtudes, se classificam como ativistas de direitos sociais e justiça urbana”, explica a arquiteta e urbanista no artigo que introduz esta seção.
> LEIA MAIS | Política | 08/06/2012
A Carta Maior abriu uma editoria permanente de discussão sobre os problemas centrais das cidades brasileiras hoje. Coordenado por Erminia Maricato, urbanista e professora da USP, o novo espaço servirá para dar à questão urbana o lugar que lhe deveria caber no debate público. “As cidades fornecem destaques diários para a mídia escrita, falada e televisionada. A questão urbana, então, ocupa um espaço prioritário na agenda política nacional. Certo? Muito longe disso, a questão urbana está fora da agenda política nacional. Leremos nesta editoria alguns dos mais informados e experientes profissionais e estudiosos de políticas urbanas no Brasil, que, além dessas virtudes, se classificam como ativistas de direitos sociais e justiça urbana”, explica a arquiteta e urbanista no artigo que introduz esta seção.
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2-Mobilidade social e espacial em Berlim
Com 3,4 milhões de habitantes e com uma população flutuante que pode chegar, nas épocas de pico, a 500 mil pessoas/dia, Berlim pode ser considerada uma metrópole de tamanho médio entre as grandes metrópoles do mundo. É uma cidade-capital bastante acolhedora para quem nela chega ou vive. Com um sistema de transporte público denso e muito entrelaçado percorrendo sua área 99% plana, Berlim permite uma mobilidade confortável e na maioria das vezes precisa. O artigo é de Flávio Aguiar.
> LEIA MAIS | Internacional | 27/09/2012
Com 3,4 milhões de habitantes e com uma população flutuante que pode chegar, nas épocas de pico, a 500 mil pessoas/dia, Berlim pode ser considerada uma metrópole de tamanho médio entre as grandes metrópoles do mundo. É uma cidade-capital bastante acolhedora para quem nela chega ou vive. Com um sistema de transporte público denso e muito entrelaçado percorrendo sua área 99% plana, Berlim permite uma mobilidade confortável e na maioria das vezes precisa. O artigo é de Flávio Aguiar.
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3-Salvador, uma cidade perplexa
Se os grandes eventos como Copa do Mundo reforçam a virulência e a dramaticidade da ação pública e privada sobre o território urbano, os fundamentos privatistas e especulativos da produção da capital baiana atual podem ser encontrados nas dimensões mais cotidianas e rotineiras da complexa engrenagem produtora de espaço. O uso e abuso do Plano Diretor é evidente e Salvador atinge um recorde entre as capitais brasileiras na redefinição dos padrões legais de regulação do espaço urbano. O artigo é de Ana Fernandes.
> LEIA MAIS | Política | 21/09/2012
Se os grandes eventos como Copa do Mundo reforçam a virulência e a dramaticidade da ação pública e privada sobre o território urbano, os fundamentos privatistas e especulativos da produção da capital baiana atual podem ser encontrados nas dimensões mais cotidianas e rotineiras da complexa engrenagem produtora de espaço. O uso e abuso do Plano Diretor é evidente e Salvador atinge um recorde entre as capitais brasileiras na redefinição dos padrões legais de regulação do espaço urbano. O artigo é de Ana Fernandes.
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4-Não acredite em combustão espontânea
Em uma área em que se encontram 114 favelas de São Paulo, houve 9 incêndios em menos de um ano, enquanto que em uma área em que se encontram 330 favelas não houve nenhum. Algo muito peculiar deve acontecer com a minoria das favelas, pois apresentam mais incêndios que a vasta maioria. Ao menos que o clima seja mais seco nessas regiões e que os habitantes dessas comunidades tenham um espírito mais incendiário que os das outras, a coincidência simplesmente não é aceitável. O artigo é de João F. Finazzi.
> LEIA MAIS | Direitos Humanos | 11/09/2012
Em uma área em que se encontram 114 favelas de São Paulo, houve 9 incêndios em menos de um ano, enquanto que em uma área em que se encontram 330 favelas não houve nenhum. Algo muito peculiar deve acontecer com a minoria das favelas, pois apresentam mais incêndios que a vasta maioria. Ao menos que o clima seja mais seco nessas regiões e que os habitantes dessas comunidades tenham um espírito mais incendiário que os das outras, a coincidência simplesmente não é aceitável. O artigo é de João F. Finazzi.
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5-A guerra entre Wall Street e as cidades
As cidades estadunidenses estão sendo forçadas a fazer o que fez Nova Iorque para evitar a bancarrota em 1974: entregar a gestão para quem Wall Street bem entender. Como na Grécia e na Itália, políticos eleitos serão substituidos por “tecnocratas” para fazer o que Thatcher e Tony Blair fizeram com a Inglaterra: vender o que resta do setor público e transformar cada programa social numa mesa de negociações. A ideia é forçá-las a equilibrar o orçamento arrendando ou vendendo suas avenidas, sistemas de transporte público, escolas e prisões. O artigo é de Michael Hudson.
> LEIA MAIS | Internacional | 09/09/2012
As cidades estadunidenses estão sendo forçadas a fazer o que fez Nova Iorque para evitar a bancarrota em 1974: entregar a gestão para quem Wall Street bem entender. Como na Grécia e na Itália, políticos eleitos serão substituidos por “tecnocratas” para fazer o que Thatcher e Tony Blair fizeram com a Inglaterra: vender o que resta do setor público e transformar cada programa social numa mesa de negociações. A ideia é forçá-las a equilibrar o orçamento arrendando ou vendendo suas avenidas, sistemas de transporte público, escolas e prisões. O artigo é de Michael Hudson.
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6-Para manter família unida, sem-teto preferem calçada aos albergues em SP
Após reintegração de posse de edifício abandonado no centro de São Paulo, famílias se mudam para a calçada em frente à Secretaria Municipal de Habitação. Segundo Maria do Planalto, uma das coordenadoras do acampamento, opção dada pela prefeitura seria ida a albergues, onde famílias, muitas com crianças, seriam separadas. Em entrevista, ela cobra soluções do poder público.
> LEIA MAIS | Movimentos Sociais | 06/09/2012
• Outra ocupação corre risco de reintegração de posse em SP
Após reintegração de posse de edifício abandonado no centro de São Paulo, famílias se mudam para a calçada em frente à Secretaria Municipal de Habitação. Segundo Maria do Planalto, uma das coordenadoras do acampamento, opção dada pela prefeitura seria ida a albergues, onde famílias, muitas com crianças, seriam separadas. Em entrevista, ela cobra soluções do poder público.
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• Outra ocupação corre risco de reintegração de posse em SP
7-Cortiços: o mercado habitacional de exploração da pobreza
Parece inacreditável a constatação de que os problemas que existiam nos cortiços no início do século 20, conforme estudos e jornais da época, sejam os mesmos dos dias de hoje, como a grande concentração de pessoas em pequenos espaços; um único cômodo como moradia; ambientes com falta de ventilação e iluminação; uso de banheiros coletivos; instalações de esgotos danificados; falta de privacidade; e o fato de comporem um mercado de locação habitacional de alta lucratividade. O artigo é de Luiz Kohara.
> LEIA MAIS | Direitos Humanos | 05/09/2012
Parece inacreditável a constatação de que os problemas que existiam nos cortiços no início do século 20, conforme estudos e jornais da época, sejam os mesmos dos dias de hoje, como a grande concentração de pessoas em pequenos espaços; um único cômodo como moradia; ambientes com falta de ventilação e iluminação; uso de banheiros coletivos; instalações de esgotos danificados; falta de privacidade; e o fato de comporem um mercado de locação habitacional de alta lucratividade. O artigo é de Luiz Kohara.
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8-Justiça do Rio estuda suspensão das obras no morro da Providência
A juíza Maria Teresa Gazineu, titular da segunda vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, pediu segunda-feira parecer do Ministério Público do RJ a respeito das obras de reurbanização do morro da Providência, no Centro da cidade. O morro da Providência está localizado entre a estação férrea Central do Brasil e a zona portuária, e tem laços com a história da cidade e do país.
> LEIA MAIS | Direitos Humanos | 04/09/2012
A juíza Maria Teresa Gazineu, titular da segunda vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, pediu segunda-feira parecer do Ministério Público do RJ a respeito das obras de reurbanização do morro da Providência, no Centro da cidade. O morro da Providência está localizado entre a estação férrea Central do Brasil e a zona portuária, e tem laços com a história da cidade e do país.
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9-Remoções forçadas em tempos de novo ciclo econômico
A política habitacional atual é concebida como elemento de dinamização econômica para enfrentar uma possível crise e gerar empregos, sem qualquer articulação com uma política de ordenamento territorial e fundiária que lhe dê suporte, especialmente no que se refere à disponibilização de terra urbanizada para produção de moradia popular. Por outro lado, grandes projetos em curso abrem frentes de expansão imobiliária e atração de investimentos, flexibilizando e excepcionalizando normas e leis. O artigo é de Raquel Rolnik.
> LEIA MAIS | Política | 29/08/2012
A política habitacional atual é concebida como elemento de dinamização econômica para enfrentar uma possível crise e gerar empregos, sem qualquer articulação com uma política de ordenamento territorial e fundiária que lhe dê suporte, especialmente no que se refere à disponibilização de terra urbanizada para produção de moradia popular. Por outro lado, grandes projetos em curso abrem frentes de expansão imobiliária e atração de investimentos, flexibilizando e excepcionalizando normas e leis. O artigo é de Raquel Rolnik.
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10-Participação social, a Copa, a cidade: como ficamos?
A prefeitura de Belo Horizonte pretende “desconcentrar” a cidade, através da permissão de verticalização em outras áreas, criando opções de comércio e serviços. Em tese, a criação ou reforço de novas centralidades é alternativa recomendável. No entanto, a população teme que as alterações propostas sirvam, mais uma vez, à especulação imobiliária e consequente adensamento dessas regiões, intensificando os problemas de tráfego e a demanda por serviços públicos, hoje insuficientes. O artigo é de Jurema Rugani.
> LEIA MAIS | Política | 24/08/2012
A prefeitura de Belo Horizonte pretende “desconcentrar” a cidade, através da permissão de verticalização em outras áreas, criando opções de comércio e serviços. Em tese, a criação ou reforço de novas centralidades é alternativa recomendável. No entanto, a população teme que as alterações propostas sirvam, mais uma vez, à especulação imobiliária e consequente adensamento dessas regiões, intensificando os problemas de tráfego e a demanda por serviços públicos, hoje insuficientes. O artigo é de Jurema Rugani.
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11-São Paulo: caminho livre para a especulação imobiliária
Vereadores paulistanos podem aprovar nesta quarta-feira medidas que, segundo movimentos de moradia e urbanistas, beneficiarão construtoras e incorporadoras. As regras para construção nas Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) seriam alteradas de modo a aumentar a área destinada a empreendimentos para a classe média em detrimento de moradias para a população de baixa renda. “Permite-se mais negócios imobiliários, mas ampliando o número de unidades vazias e mais caras”, alerta carta aberta das organizações.
> LEIA MAIS | Política | 22/08/2012
• SP: Câmara adia votação de medidas que beneficiam setor imobiliário
Vereadores paulistanos podem aprovar nesta quarta-feira medidas que, segundo movimentos de moradia e urbanistas, beneficiarão construtoras e incorporadoras. As regras para construção nas Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) seriam alteradas de modo a aumentar a área destinada a empreendimentos para a classe média em detrimento de moradias para a população de baixa renda. “Permite-se mais negócios imobiliários, mas ampliando o número de unidades vazias e mais caras”, alerta carta aberta das organizações.
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• SP: Câmara adia votação de medidas que beneficiam setor imobiliário
12-Vila Autódromo apresenta proposta alternativa contra remoção ao prefeito do Rio
Diante da ameaça de despejo por causa das obras para as Olimpíadas de 2016, comunidade que possui títulos de posse da área apresentou a Eduardo Paes um plano urbanístico e ambiental que viabilizaria a permanência das cerca de 500 famílias no local e custaria bem menos aos cofres públicos. Enquanto a implementação do projeto está orçada em R$ 13,5 milhões, o reassentamento da comunidade pela prefeitura carioca custaria R$ 38 milhões.
> LEIA MAIS | Direitos Humanos | 16/08/2012
Diante da ameaça de despejo por causa das obras para as Olimpíadas de 2016, comunidade que possui títulos de posse da área apresentou a Eduardo Paes um plano urbanístico e ambiental que viabilizaria a permanência das cerca de 500 famílias no local e custaria bem menos aos cofres públicos. Enquanto a implementação do projeto está orçada em R$ 13,5 milhões, o reassentamento da comunidade pela prefeitura carioca custaria R$ 38 milhões.
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13-Padre Lancellotti: massacre de moradores de rua em 2004 foi “ação coordenada”
Em ato pelo fim da violência contra a população em situação de rua em São Paulo, movimentos sociais e pastorais reivindicam de candidatos a prefeito políticas públicas efetivas. “Ocupamos a praça da Sé, mostramos que temos força e estamos mobilizados”, declarou Anderson, do Movimento Nacional da População de Rua. Padre Júlio Lancellotti diz que massacre de sete moradores de rua, em 2004, não foi um "desvio de conduta".
> LEIA MAIS | Direitos Humanos | 20/08/2012
Em ato pelo fim da violência contra a população em situação de rua em São Paulo, movimentos sociais e pastorais reivindicam de candidatos a prefeito políticas públicas efetivas. “Ocupamos a praça da Sé, mostramos que temos força e estamos mobilizados”, declarou Anderson, do Movimento Nacional da População de Rua. Padre Júlio Lancellotti diz que massacre de sete moradores de rua, em 2004, não foi um "desvio de conduta".
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14-Sem-teto: ocupação no Rio cobra confirmação de contrato pela CEF
Representantes da ocupação Manoel Congo, localizada no centro do Rio de Janeiro, e do Movimento Nacional de Luta pela Moradia iniciaram, em Brasília, uma peregrinação entre a CEF e o Ministério das Cidades para a confirmação do projeto que transforma o prédio vizinho à Câmara dos Vereadores, na Cinelândia, em moradia legal e cidadã, com direito a espaço coletivo de cultura e renda, restaurante e casa de espetáculos.
> LEIA MAIS | Movimentos Sociais | 21/08/2012
Representantes da ocupação Manoel Congo, localizada no centro do Rio de Janeiro, e do Movimento Nacional de Luta pela Moradia iniciaram, em Brasília, uma peregrinação entre a CEF e o Ministério das Cidades para a confirmação do projeto que transforma o prédio vizinho à Câmara dos Vereadores, na Cinelândia, em moradia legal e cidadã, com direito a espaço coletivo de cultura e renda, restaurante e casa de espetáculos.
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15-Pobres são os mais atingidos pela poluição urbana, diz médico da USP
Segundo Paulo Saldiva, professor da Faculdade de Medicina da USP, são motivos políticos e interesses econômicos que impedem as metrópoles brasileiras de reduzirem a emissão de poluentes. “O fato de tratarmos o solo das cidades como mercadoria faz a população mais pobre migrar para áreas mais acessíveis na periferia, aumentando o tempo de permanência no tráfego”, diz.
> LEIA MAIS | Política | 02/08/2012
Segundo Paulo Saldiva, professor da Faculdade de Medicina da USP, são motivos políticos e interesses econômicos que impedem as metrópoles brasileiras de reduzirem a emissão de poluentes. “O fato de tratarmos o solo das cidades como mercadoria faz a população mais pobre migrar para áreas mais acessíveis na periferia, aumentando o tempo de permanência no tráfego”, diz.
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16-Urbanista condiciona sustentabilidade nas cidades ao controle público do uso do solo
Para Ermínia Maricato, não é possível falar em cidade sustentável sem falar em controle e ordenamento do uso e ocupação do solo. “É preciso colocar as questões imobiliária e fundiária no centro da política urbana, para se ter uma cidade justa social e ambientalmente. Mas a sociedade brasileira não pode ver isso. Não quer ver. Antes, não tínhamos dinheiro. Agora que ele veio estamos vendo que a reforma urbana desapareceu da agenda. E que a terra urbana é pasto para os capitais imobiliários.”
> LEIA MAIS | Meio Ambiente | 19/06/2012
Para Ermínia Maricato, não é possível falar em cidade sustentável sem falar em controle e ordenamento do uso e ocupação do solo. “É preciso colocar as questões imobiliária e fundiária no centro da política urbana, para se ter uma cidade justa social e ambientalmente. Mas a sociedade brasileira não pode ver isso. Não quer ver. Antes, não tínhamos dinheiro. Agora que ele veio estamos vendo que a reforma urbana desapareceu da agenda. E que a terra urbana é pasto para os capitais imobiliários.”
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17-O pesadelo da imobilidade urbana
O sonho de modernidade se transformou no pesadelo da imobilidade e, mesmo para quem tem acesso aos automóveis, este modelo dá sinais de esgotamento. O Brasil pratica política de Robin Hood às avessas: há mais subsídio para a produção de automóveis do que de ônibus; o preço da gasolina é mantido congelado, e sobe o do óleo diesel, que move a quase totalidade do transporte coletivo; e bilhões são gastos em obras para “desafogar o trânsito”, enquanto que investimentos em metrôs e corredores de ônibus não saem do papel. O artigo é de Marcos Pimentel Bicalho.
> LEIA MAIS | Política | 04/07/2012
O sonho de modernidade se transformou no pesadelo da imobilidade e, mesmo para quem tem acesso aos automóveis, este modelo dá sinais de esgotamento. O Brasil pratica política de Robin Hood às avessas: há mais subsídio para a produção de automóveis do que de ônibus; o preço da gasolina é mantido congelado, e sobe o do óleo diesel, que move a quase totalidade do transporte coletivo; e bilhões são gastos em obras para “desafogar o trânsito”, enquanto que investimentos em metrôs e corredores de ônibus não saem do papel. O artigo é de Marcos Pimentel Bicalho.
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18-Novo Desenvolvimentismo, metropolização ex-post e fetiches institucionais
O novo ambiente macroinstitucional e político – por alguns já rotulado como o novo desenvolvimentismo – não desencadeou uma agenda metropolitana mais consistente. Enquanto nas cidades já se mostrou difícil viabilizar a chamada função social da terra, a fraca cooperação entre os municípios, no que se refere ao planejamento do uso e ocupação do solo, gerou um caleidoscópio de Planos Diretores desconectados. O artigo é de Jeroen Johannes Klink.
> LEIA MAIS | Política | 04/07/2012
O novo ambiente macroinstitucional e político – por alguns já rotulado como o novo desenvolvimentismo – não desencadeou uma agenda metropolitana mais consistente. Enquanto nas cidades já se mostrou difícil viabilizar a chamada função social da terra, a fraca cooperação entre os municípios, no que se refere ao planejamento do uso e ocupação do solo, gerou um caleidoscópio de Planos Diretores desconectados. O artigo é de Jeroen Johannes Klink.
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19-Whitaker Ferreira: Uma tragédia anunciada
Se o país se democratizou em muitos aspectos, há um em que as classes dominantes não abrem a guarda: o acesso à terra urbanizada e o direito à propriedade, mesmo que esta seja ilegal. Mesmo a moradia sendo um direito fundamental na Constituição, é desprezada até pela justiça, como se viu em Pinheirinho: protegeu-se a propriedade de uma gleba abandonada de um milhão de m², massa falida de empresa de um investidor financeiro com passagem na justiça, contra o direito à moradia de 1600 famílias.
> LEIA MAIS | Política | 25/06/2012
Se o país se democratizou em muitos aspectos, há um em que as classes dominantes não abrem a guarda: o acesso à terra urbanizada e o direito à propriedade, mesmo que esta seja ilegal. Mesmo a moradia sendo um direito fundamental na Constituição, é desprezada até pela justiça, como se viu em Pinheirinho: protegeu-se a propriedade de uma gleba abandonada de um milhão de m², massa falida de empresa de um investidor financeiro com passagem na justiça, contra o direito à moradia de 1600 famílias.
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20-Militantes denunciam desocupação de Pinheirinho à OEA e ao CNJ
Cinco meses após a polêmica desocupação de Pinheirinho, juristas, militantes de defesa dos direitos humanos e ex-moradores denunciam a arbitrariedade da ação do estado paulista à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, vinculada à Organização dos Estados Americanos. Na terça (19), já haviam pedido ao Conselho Nacional de Justiça a apuração das irregularidades cometidas pelos magistrados que atuaram no caso.
> LEIA MAIS | Direitos Humanos | 21/06/2012
Cinco meses após a polêmica desocupação de Pinheirinho, juristas, militantes de defesa dos direitos humanos e ex-moradores denunciam a arbitrariedade da ação do estado paulista à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, vinculada à Organização dos Estados Americanos. Na terça (19), já haviam pedido ao Conselho Nacional de Justiça a apuração das irregularidades cometidas pelos magistrados que atuaram no caso.
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21-Catadores de recicláveis, contra higienização
Nesta terça-feira, uma marcha dos catadores brasileiros reunidos no Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, saiu do Sambódromo, na avenida Sapucaí, em direção à sede do Ministério Público Estadual e depois no Federal. Recentemente o Rio de Janeiro fechou o lixão de Gramacho, onde oficialmente trabalhavam 1.300 trabalhadores. Na conta do MNCMR eram cerca
de três mil.
> LEIA MAIS | Meio Ambiente | 19/06/2012
Nesta terça-feira, uma marcha dos catadores brasileiros reunidos no Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, saiu do Sambódromo, na avenida Sapucaí, em direção à sede do Ministério Público Estadual e depois no Federal. Recentemente o Rio de Janeiro fechou o lixão de Gramacho, onde oficialmente trabalhavam 1.300 trabalhadores. Na conta do MNCMR eram cerca
de três mil.
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22-Mobilidade para todos, é possível?
O sonho de uma era pós-automóvel é perfeitamente viável técnica e tecnologicamente sendo necessário fazer com que a indústria automobilística, voluntariamente ou não, viabilize o desenvolvimento tecnológico para energia limpa para os transportes públicos. E também é viável sob o ponto de vista econômico constituindo um fundo para investimento em transporte público, calçadas e ciclovias, como define a Lei da Mobilidade Urbana , em vigor desde abril de 2012. O artigo é de Nazareno Stanislau Affonso.
> LEIA MAIS | Política | 09/06/2012
O sonho de uma era pós-automóvel é perfeitamente viável técnica e tecnologicamente sendo necessário fazer com que a indústria automobilística, voluntariamente ou não, viabilize o desenvolvimento tecnológico para energia limpa para os transportes públicos. E também é viável sob o ponto de vista econômico constituindo um fundo para investimento em transporte público, calçadas e ciclovias, como define a Lei da Mobilidade Urbana , em vigor desde abril de 2012. O artigo é de Nazareno Stanislau Affonso.
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23-Sustentabilidade e reforma urbana na Rio+20
A questão urbana poderia ocupar um papel de grande centralidade na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável – Rio+20. No entanto, o Draft Zero, primeira versão do documento elaborado pela ONU para ser assinado pelos chefes de Estado que vierem ao Brasil, não permite ser otimista a esse respeito: o tema “Cidades” foi tratado de forma genérica, merecendo apenas seis linhas, sem nenhum compromisso ou análise aprofundada. O artigo é de Nabil Bonduki.
> LEIA MAIS | Meio Ambiente | 08/06/2012
A questão urbana poderia ocupar um papel de grande centralidade na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável – Rio+20. No entanto, o Draft Zero, primeira versão do documento elaborado pela ONU para ser assinado pelos chefes de Estado que vierem ao Brasil, não permite ser otimista a esse respeito: o tema “Cidades” foi tratado de forma genérica, merecendo apenas seis linhas, sem nenhum compromisso ou análise aprofundada. O artigo é de Nabil Bonduki.
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24-Em Belo Horizonte, ocupação Dandara desafia especulação imobiliária há três anos
Reconhecida internacionalmente por denunciar a especulação imobiliária na capital mineira, comunidade tem como uma de suas principais estratégias de resistência a busca constante por uma rede de apoiadores externos. Em 2009, a construtora Modelo, proprietária do terreno, acumulava uma dívida de mais de R$ 2 milhões em IPTU não recolhidos.
> LEIA MAIS | Direitos Humanos | 30/08/2012
• Rede de advogados populares tem impedido despejo da ocupação Dandara
• Moradores da Dandara se incorporam a outras lutas populares
Reconhecida internacionalmente por denunciar a especulação imobiliária na capital mineira, comunidade tem como uma de suas principais estratégias de resistência a busca constante por uma rede de apoiadores externos. Em 2009, a construtora Modelo, proprietária do terreno, acumulava uma dívida de mais de R$ 2 milhões em IPTU não recolhidos.
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• Moradores da Dandara se incorporam a outras lutas populares