Link para o livro: Faces da violência na contemporaneidade: sociedade de clinica
http://intranet.uemg.br/comunicacao/arquivos/PubLocal172P20120518123259.pdf
Um espaço para pensar e discutir política, direito, arte e qualquer outro assunto que nos permita buscar desocultar o que querem insistentemente esconder.
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quinta-feira, 3 de julho de 2014
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
1355- Livro - Faces da violência na contemporaneidade, violência e clinica
Capítulo de livro sobre Violência, contemporaneidade, sociedade e clínica:
sábado, 3 de novembro de 2012
1260- Cinema e psicanálise
Dois filmes excelentes que nos inserem no fantástico e complexo universo da psicanálise. Boa pedida para este fim de semana chuvoso ou mesmo se estiver fazendo sol.
O primeiro filme é o fantástico "Freud, além da alma". Este filme tem uma importante curiosidade que o valoriza: o diretor John Huston (que dirigiu entre outros filmes o excelente "Falcão Maltês"), convidou o filósofo francês Jean Paul Sartre para escrever o roteiro deste filme. Sartre escreveu um roteiro muito grande, o que resultaria em um filme com duração de 7 horas mais ou menos. Huston então pede ao filósofo para reduzir o texto, que descontente com o resultado, se recusa a continuar o trabalho e pede que seu nome seja retirado dos créditos do filme. Vale muito conferir:
Após assistir "Freud" um outro filme que nos introduz no universo da psicanálise é o fabuloso "O Guia perverso do cinema" do genial Slavoj Zizek. Imperdível.
É possível encontrar no Youtube.
terça-feira, 15 de maio de 2012
1170- Videos do programa Camera 13
Programa Câmera 13 com Tatiana Ribeiro de Souza; José Luiz Quadros de Magalhães e Edivaldo Farias.
Clique nos links abaixo para assistir:
1- Psicanálise com o professor Célio Garcia
http://www.youtube.com/watch?v=1xPPSPIzmVg&feature=g-upl
2- Psicanálise com o professor Célio Garcia parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=bUfDv9TboqU&feature=g-upl
3- Assistencialismo e inclusão social no Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=andF1VLq6MY&feature=g-upl
4- A morte de Pinochet
http://www.youtube.com/watch?v=FENfRAC1rhY&feature=g-upl
5- A questão da mulher
http://www.youtube.com/watch?v=PtB4A9p2j6I&feature=g-upl
6- A situação no Libano e Equador
http://www.youtube.com/watch?v=3YSwq1J7nx4&feature=g-upl
7- Cotas raciais
http://www.youtube.com/watch?v=GB8_7wquq9s&feature=g-upl
8- Noticias da República
http://www.youtube.com/watch?v=Z0xBby0buvU&feature=g-upl
9- Eleições no México; Estados Unidos e Nicarágua
http://www.youtube.com/watch?v=eANMbE2J_C0&feature=g-upl
10- Eleições presidenciais no Brasil 2006
http://www.youtube.com/watch?v=6m0URxfSj1E&feature=g-upl
11- A midia e as eleições presidenciais no Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=JWRRSYqNkXI&feature=g-upl
12- Manipulações da midia nas eleições 2006
http://www.youtube.com/watch?v=l1JSRn91aME&feature=g-upl
13- Lula x Alkmin
http://www.youtube.com/watch?v=FJVfIHukEM4&feature=g-upl
Clique nos links abaixo para assistir:
1- Psicanálise com o professor Célio Garcia
http://www.youtube.com/watch?v=1xPPSPIzmVg&feature=g-upl
2- Psicanálise com o professor Célio Garcia parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=bUfDv9TboqU&feature=g-upl
3- Assistencialismo e inclusão social no Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=andF1VLq6MY&feature=g-upl
4- A morte de Pinochet
http://www.youtube.com/watch?v=FENfRAC1rhY&feature=g-upl
5- A questão da mulher
http://www.youtube.com/watch?v=PtB4A9p2j6I&feature=g-upl
6- A situação no Libano e Equador
http://www.youtube.com/watch?v=3YSwq1J7nx4&feature=g-upl
7- Cotas raciais
http://www.youtube.com/watch?v=GB8_7wquq9s&feature=g-upl
8- Noticias da República
http://www.youtube.com/watch?v=Z0xBby0buvU&feature=g-upl
9- Eleições no México; Estados Unidos e Nicarágua
http://www.youtube.com/watch?v=eANMbE2J_C0&feature=g-upl
10- Eleições presidenciais no Brasil 2006
http://www.youtube.com/watch?v=6m0URxfSj1E&feature=g-upl
11- A midia e as eleições presidenciais no Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=JWRRSYqNkXI&feature=g-upl
12- Manipulações da midia nas eleições 2006
http://www.youtube.com/watch?v=l1JSRn91aME&feature=g-upl
13- Lula x Alkmin
http://www.youtube.com/watch?v=FJVfIHukEM4&feature=g-upl
sábado, 28 de janeiro de 2012
1061- Obra relaciona capitalismo e gestão de afetos
Obra relaciona capitalismo e gestão de afetos
Livro da socióloga Eva Illouz propõe compreender sistema econômico sob a ótica das afeições pessoais e crenças
Ela ainda foi capaz de mostrar como a valorização do capital poderia ser impulsionada por uma boa gestão de afetos
COLUNISTA DA FOLHA
Estamos acostumados a compreender o capitalismo como um sistema econômico caracterizado principalmente pelo livre mercado, pela concorrência entre os atores econômicos e por uma dinâmica de autovalorização incessante do capital.
No entanto, o capitalismo é, também, uma forma de vida que racionaliza várias dimensões sociais a partir de um conjunto de valores morais, psicológicos e de princípios de avaliação.
Podemos falar, aqui, que estamos diante de uma forma de vida, porque não se deseja da mesma forma dentro e fora do capitalismo, assim como não se trabalha e não se fala da mesma forma.
O desejo, o trabalho e a linguagem têm uma configuração específica no interior das sociedades capitalistas avançadas.
Foi tomando tal perspectiva como ponto de partida que a socióloga Eva Illouz propôs compreender os afetos nos tempos do capitalismo ou, para ser mais preciso, compreender o capitalismo como um sistema de produção e gestão de afetos.
TRADUÇÃO
Infelizmente, por alguma razão obscura, a tradução mudou o título para um injustificável "O Amor nos Tempos do Capitalismo" (e não afetos nos tempos do capitalismo, como seria o correto).
Pois a interessante tese central do livro é de que a psicanálise freudiana desencadeou a produção de uma "cultura afetiva intensamente especializada", de um "novo estilo afetivo, o estilo afetivo terapêutico", que servirá de base para uma modificação mais profunda na maneira com que o mundo contemporâneo do trabalho, do consumo e das instituições implica sujeitos.
Illouz descreve, por exemplo, este rápido processo por meio do qual a maneira freudiana de pensar o eu, com sua história de conflitos, seu modo de narrar tal história e exigir reconhecimento social, irá reconfigurar a imaginação empresarial.
Desde os estudos clássicos de Elton Mayo sobre o trabalho na General Electric, o mundo empresarial aprendeu o léxico das relações humanas, a terminologia da psicologia motivacional e a necessidade de "comunicar seus sentimentos".
Em suma, ele aprendeu aquilo que a autora chama de "cultura terapêutica".
Um aprendizado que não deixava de tecer relações com as modificações produzidas por Freud em nossa compreensão do eu.
Assim, "um discurso científico [a psicologia] que versava primordialmente sobre pessoas, interações e sentimentos transformou-se no candidato natural para moldar a identidade no trabalho".
Tal engenharia psicológica, segundo a autora, saturou a esfera econômica com afetos: "Um tipo de afeto comprometido com o imperativo de cooperação e com uma modalidade de resolução de conflitos baseada no 'reconhecimento'".
Ela ainda foi capaz de mostrar como a valorização do capital poderia ser impulsionada por uma boa gestão de afetos, pelo bom uso da "inteligência emocional".
Illouz ainda lembra como tal saturação da esfera econômica pelos afetos não poderia deixar de interferir nos relacionamentos íntimos.
Esses, por sua vez, foram cada vez mais objetos de racionalização e cálculos de custo/benefício dignos do mundo empresarial.
Ou seja, ao voltar para a dimensão dos relacionamentos familiares e amorosos, a preocupação com os afetos trouxe os princípios de racionalização que regem a esfera econômica.
NEGOCIAÇÃO DO AMOR
Um estudo, no capítulo final, sobre sites de relacionamento e entrevistas com usuários procura expor o ponto extremo de tal processo.
Maneira de mostrar até onde pode ir o processo de mercantilização e reificação das relações amorosas.
Processo no interior do qual "é difícil separar o sentimento romântico da experiência do consumo".
Com tais teses importantes, o estudo de Illouz demonstra o tipo de contribuição que a articulação entre teoria social de inspiração frankfurtiana e psicanálise ainda é capaz de fornecer para uma perspectiva crítica das sociedades capitalistas.
Ele demonstra como não há crítica possível sem levar em conta a perspectiva dos indivíduos com seus sistemas de afetos e crenças.
O AMOR NOS TEMPOS DO CAPITALISMO
AUTOR Eva Illouz
EDITORA Zahar
TRADUÇÃO Vera Ribeiro
QUANTO R$ 36 (188 págs.)
AVALIAÇÃO ótimo
AUTOR Eva Illouz
EDITORA Zahar
TRADUÇÃO Vera Ribeiro
QUANTO R$ 36 (188 págs.)
AVALIAÇÃO ótimo
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
882- Festival Herzog - conheça o cinema de Werner Herzog
http://pt.wikipedia.org/wiki/Werner_Herzog
Para fazer um festival do genial, polêmico e as vezes (muitas vezes) difícil cineasta alemão, sugiro seis filmes que assisti, alguns com uma certa dificuldade, mas cujo resultado final, sempre foi positivo.
O primeiro filme é Fitzcarraldo, filmado na Amazonia com alguns artistas brasileiros como José Lewgoy e Milton Nascimento.
Para ler um pouco sobre o filme e assistir um "trailer" clique no link abaixo:
O segundo filme cuida da invasão da "américa" pelos espanhóis:
leia também:
O terceiro filme é o polêmico e pesado:
Stroszek
O quarto filme é o Woyzeck
A seguir o mais sensacional, esquisito, estranho (e qualquer outro adjetivo semelhante), filme já produzido. Você não vai aguentar ver até o final mas vale tentar.
"Coração de cristal"
Werner Herzog estava fascinado com a hipnose e queria fazer um filme que hipnotizasse as pessoas na platéia. Fez testes para isto. Como ficou difícil realizar esta façanha, Herzog fez um filme com todos os atores hipnotizados.
Finalmente, um filme que é estudado nos cursos de psicologia (não só este, uma vez que a obra de Herzog é um prato cheio para a reflexão psi).
"O enigma de Kaspar Hauser".
O que seria de um pessoa que viveu sua infância e adolescencia completamente isolado de outros seres humanos, trancado em um porão?
Assista:
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
823- Cinema - clássicos sobre a servidão humana
A SERVIDÃO HUMANA AO CUBO
Por José Luiz Quadros de Magalhães
Três filmes fabulosos cuidam do tema. A questão colocada no filme “A servidão humana” (Of human bondage), produzido em 1964 com maestria por Ken Hugles aparece em outros filmes excelentes, complementando a reflexão sobre o sentimento descontrolado, uma mistura de fetiche, tesão e vicio que faz com que pessoas se submetam a um amor sem limites, construídos sobre a submissão à situações que contrariam o senso comum majoritário sobre o que seria uma relação amorosa entre duas pessoas. Será que efetivamente as relações amorosas se conformam aos ditames do senso comum moral vigente em uma sociedade? As fantasias, necessárias para a vida, e logo, muito especialmente para a vida sexual e também a vida amorosa, são construídas sobre a infração à lei: as fantasias não reveladas, e mesmo as reveladas são construídas sobre a violação da norma. Algo de “perverso” é revelado nestes filmes: uma sexualidade perversa (se é que toda sexualidade não é no fundo perversa) uma vez que buscam prazer não em uma atividade específica mas no “ganho de prazer” ligado a atividades ou funções que dependem de outras funções.[1]
No filme “A servidão humana” é contada a história de um homem marcado por um defeito físico (no pé) que faz com que seja discriminado e exposto por sua imperfeição. Discriminado quando criança na escola e rejeitado na atividade que inicialmente escolheu (a de pintor) na escola de artes, o nosso personagem vai estudar medicina, onde sua imperfeição é sempre lembrada. É neste período, durante o seu curso de medicina que descobre sua grande fixação sexual. Não é o seu amor, é o seu prazer descoberto na submissão, rejeição que a garçonete Mildred lhe impõe. Mildred não é seu amor (romântico), Mildred é seu prazer mais profundo, do qual passa a depender.
Um segundo filme, conta uma história semelhante: “A Cadela” (La Chienne) do fabuloso Jean Renoir. Maurice Legrand, um homem simples e tímido, casado com uma megera, encontra em Lulu, o grande prazer de sua vida. Michel se apaixona loucamente por Lulu, que ama outra pessoa (um gigolô). Lulu ridiculariza e explora Michel. Daí vem a fixação e o prazer desmedido de Michel. A mulher que ele pensa amar o submete. O filme foi produzido me 1931 na França e pode ser encontrado em DVD pela coleção “Cultclassic” (www.cultclassic.com.br).
Finalmente o terceiro filme, também, sensacional: “Betty Blue”, filme de Jean-Jacques Beineix, produzido na França em 1986, conta o amor (paixão, dependência, fixação) desmedido do doce e submisso Zorg, (personagem encantador, ao mesmo tempo livre e corajoso e em outros momentos, estrategicamente, submisso e conformado) pela alucinante Betty. Betty é companheira, amiga, amante, fiel, diferente das outras personagens dos dois filmes anteriores. Betty domina totalmente Zorg (que quer ser dominado) que faz tudo por ela, inclusive deixar sua postura submissa e conformada para conseguir o que for necessário para agradar Betty. Betty, entretanto, sofre com o seu descontrole diante da frustração. A não possibilidade de controle do seu mundo leva ao seu total descontrole. O espírito livre sucumbe à química de seu corpo e a sua história não revelada no filme. Imperdível.
Boa viagem.
[1] Laplanche, Jean. Vocabulário da Psicanálise/Laplanche e Pontalis; sob a direção de Daniel Lagache; (tradução) Pedro Tamen, São Paulo, Editora Martins Fontes, 1992.
Acima, fotos do filme de Jean Renoir
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
631- Il Bullismo - Coluna da professora Maria Rosa Dominici
IL BULLISMO-Maria Rosa Dominici
Peer interveniresul bullismo,bisogna riconoscere’ il diritto
dovere del contenitore concentrico di intervenire in modo
adeguato su tali problematiche che altrimenti ingenerano e
degenerano nell’allarme sociale ,rafforzando ancora di piu’ il
ruolo negativo del bullo che cosi ha comunque un
riconoscimento .Nel Progetto Psicantropos,che si situa nella
formazione ,informazione e prevenzione al disagio questi
elementi sono sempre stati presi in considerazione ,attuando non
una semplice educazione teorica alla legalità ,ma anche una
educazione esperienziale al rispetto della sacralità del corpo
,propria ed altrui,mediando fra il prevalere del codice paterno ( è
meglio darle che prenderle)o del codice materno(evita,è
pericoloso,fai finta di niente) evitando l’atteggiamento
giudicante e/o del facile psicologismo.,si chiede alla famiglia di
aiutare a far rispettare le regole che la scuola insegna,creando
una alleanza.
la competenza al conflitto,e un processo a lungo termine che si
realizza tramite la capacità all’ascolto e alla fermezza rigorosa
nel dialogo,senza facili alleanze non obiettive
soluzione?!INTERVENTI CONGIUNTI E COERENTI FRA I
VARI ATTORI ETICI ,BAMBINI,GENITORI ISTITUZIONI
IL BULLISMO
Premettendo che il bullismo è sempre esistito ,non va comunque
sottovalutato il problema che senza riconoscere o delegare ad
un’unica istituzione il compito risolutivo ,può invece essere
arginato e prevenuto con modalità di intervento concordate e
reciproche tra le istituzioni presenti nel territorio creando di
fatto la rete non teorica ma reale di informazione ,formazione ,
prevenzione intervento e sostegno a tali stati del disagio
giovanile. E’ riconoscere il diritto dovere del contenitore
concentrico di intervenire in modo adeguato su tali
problematiche che altrimenti ingenerano e degenerano
nell’allarme sociale ,rafforzando ancora di piu’ il ruolo negativo
del bullo che cosi ha comunque un riconoscimento .Nel progetto
psicantropos,che si situa nella formazione ,informazione e
prevenzione al disagio questi elementi sono sempre stati presi in
considerazione ,attuando non una semplice educazione teorica
alla legalità ,ma anche una educazione esperienziale al rispetto
della sacralità del corpo ,propria ed altrui,mediando fra il
prevalere del codice paterno ( è meglio darle che prenderle )o
del codice materno ( evita,è pericoloso,fai finta di niente ...lascia
perdere ).
L’associazione italiana dei magistrati per i minorenni e la
famiglia,ha da tempo fatto incontri seminariali su tale tema ,tanto
che uno dei padre del Diritto Minorile, Luigi Fadiga, propone
che forse “basterebbe una convocazione dei genitori ,in procura
davanti al pubblico ministero minorile per sensibilizzarli al
comportamento del figlio e al problema educativo connesso,con
riserva di attivare il tribunale se dovessere emergere problemi di
trascuratezza o disinteresse verso il figlio”,a mio avviso prima
però dovrebbe esserci l’intervento adeguato di famiglia e scuola
,in alleanza,in quanto l’elemento semplicemente sanzionatorio
potrebbe ingenerare reazioni perverse ed inverse..,ecco perchè
nel terzo e conclusivo seminari del ciclo sul PROGETTO
PSICANTROPOS LEGGERE I MESSAGGI DEL CORPO si
parlerà di diritto –dovere delle istituzioni a rispondere a ciò che
chiedono i bambini, su tale argomento,uno di essi in classe ha
raccontato di come loro si trovino soli ,ai giardinetti di fronte
alle agressioni verbali o fisiche dei bulli,e che anche se ci sono
dei vecchietti che intervengono anche questi vengono prevaricati
,derisi...cosi si può innescare l’altro comportamento altrettanto
disturbante ,il vittimismo ,creando un legame perverso fra i
deboli buoni e i prepotenti cattivi,categorie assurde che rischiano
la stigmatizzazione in fasce d’eta cosi precoci e soprattutto in
età evolutiva.La scuola cosa può fare e cosa non deve fare
,all’emergenza di tali problemi che spesso nascono dalla
solitudine e dalla carenza di strumenti adeguati a dare risposte,
1) si deve evitare la stigmatizzazione e la generalizzazione nei
confronti del –bullo,tipo ,-sei sempre il solito,in quanto si rischia
emarginazione ed etichettamento predittivo,
2 )evitare di considerare che la scuola da sola possa risolvere il
problema tramite una delega totale, ,ma creare un intervento
integrato ,sincronico e con identità d’intenti fra le varie
istituzioni preposte alla tutela minorile sociale e del
territorio,sanando sacche logistiche a rischio ,vedi giardinetti
privi della presenza di vigilanza .
3)evitare una invadenza del territorio ,ognuno deve fare la sua
parte,il suo è un compito in cui si cura l’apprendimento sociale e
relazionale,non può assumere nè un ruolo terapeutico nè di
assistenza sociale,si deve creare l’interazione evitando la
confusione dei mandati che non produrrebbe quindi veri
cambiamenti
4) va evitato che la vittima si identifichi in modo passivo con il
suo ruolo,che comunque potrebbe creare un dannoso senso di
compensazione e gratificazione,già rafforzato dalla non cultura
dell’appartenenza di genere.
5) dovrebbe distinguere i casi limiti ,che debordano nella
patologia e nell’associalità.facendo un invio-segnalazione a chi
di competenza
6) tutto questo lavoro deve vedere coinvolti
,responsabilizzandoli ,entrambe i genitori con le loro funzioni
paterne e materne,creando la strategia comune scuola –famiglia (
noi da vari anni stiamo cercando con la creazione del terzo
linguaggio ,di fare ciò).
7) evitando l’atteggiamento giudicante eo del facile
psicologismo.,si chiede alla famiglia di aiutare a far rispettare le
regole che la scuola insegna,creando una alleanza.
8 )gli insegnanti dovrebbero affrontare tali problemi in equipe e
la vorare sulla propria capacità di stare nei conflitti ed è su
questo che dovrebbe puntare la formazione.-la competenza al
conflitto,e un processo a lungo termine che si realizza tramite la
capacità all’ascolto e alla fermezza rigorosa nel dialogo,senza
facili alleanze non obiettive
9 INTERVENTI CONGIUNTI E COERENTI FRA I VARI
ATTORI ETICI ,BAMBINI,GENITORI ISTITUZIONI
Peer interveniresul bullismo,bisogna riconoscere’ il diritto
dovere del contenitore concentrico di intervenire in modo
adeguato su tali problematiche che altrimenti ingenerano e
degenerano nell’allarme sociale ,rafforzando ancora di piu’ il
ruolo negativo del bullo che cosi ha comunque un
riconoscimento .Nel Progetto Psicantropos,che si situa nella
formazione ,informazione e prevenzione al disagio questi
elementi sono sempre stati presi in considerazione ,attuando non
una semplice educazione teorica alla legalità ,ma anche una
educazione esperienziale al rispetto della sacralità del corpo
,propria ed altrui,mediando fra il prevalere del codice paterno ( è
meglio darle che prenderle)o del codice materno(evita,è
pericoloso,fai finta di niente) evitando l’atteggiamento
giudicante e/o del facile psicologismo.,si chiede alla famiglia di
aiutare a far rispettare le regole che la scuola insegna,creando
una alleanza.
la competenza al conflitto,e un processo a lungo termine che si
realizza tramite la capacità all’ascolto e alla fermezza rigorosa
nel dialogo,senza facili alleanze non obiettive
soluzione?!INTERVENTI CONGIUNTI E COERENTI FRA I
VARI ATTORI ETICI ,BAMBINI,GENITORI ISTITUZIONI
IL BULLISMO
Premettendo che il bullismo è sempre esistito ,non va comunque
sottovalutato il problema che senza riconoscere o delegare ad
un’unica istituzione il compito risolutivo ,può invece essere
arginato e prevenuto con modalità di intervento concordate e
reciproche tra le istituzioni presenti nel territorio creando di
fatto la rete non teorica ma reale di informazione ,formazione ,
prevenzione intervento e sostegno a tali stati del disagio
giovanile. E’ riconoscere il diritto dovere del contenitore
concentrico di intervenire in modo adeguato su tali
problematiche che altrimenti ingenerano e degenerano
nell’allarme sociale ,rafforzando ancora di piu’ il ruolo negativo
del bullo che cosi ha comunque un riconoscimento .Nel progetto
psicantropos,che si situa nella formazione ,informazione e
prevenzione al disagio questi elementi sono sempre stati presi in
considerazione ,attuando non una semplice educazione teorica
alla legalità ,ma anche una educazione esperienziale al rispetto
della sacralità del corpo ,propria ed altrui,mediando fra il
prevalere del codice paterno ( è meglio darle che prenderle )o
del codice materno ( evita,è pericoloso,fai finta di niente ...lascia
perdere ).
L’associazione italiana dei magistrati per i minorenni e la
famiglia,ha da tempo fatto incontri seminariali su tale tema ,tanto
che uno dei padre del Diritto Minorile, Luigi Fadiga, propone
che forse “basterebbe una convocazione dei genitori ,in procura
davanti al pubblico ministero minorile per sensibilizzarli al
comportamento del figlio e al problema educativo connesso,con
riserva di attivare il tribunale se dovessere emergere problemi di
trascuratezza o disinteresse verso il figlio”,a mio avviso prima
però dovrebbe esserci l’intervento adeguato di famiglia e scuola
,in alleanza,in quanto l’elemento semplicemente sanzionatorio
potrebbe ingenerare reazioni perverse ed inverse..,ecco perchè
nel terzo e conclusivo seminari del ciclo sul PROGETTO
PSICANTROPOS LEGGERE I MESSAGGI DEL CORPO si
parlerà di diritto –dovere delle istituzioni a rispondere a ciò che
chiedono i bambini, su tale argomento,uno di essi in classe ha
raccontato di come loro si trovino soli ,ai giardinetti di fronte
alle agressioni verbali o fisiche dei bulli,e che anche se ci sono
dei vecchietti che intervengono anche questi vengono prevaricati
,derisi...cosi si può innescare l’altro comportamento altrettanto
disturbante ,il vittimismo ,creando un legame perverso fra i
deboli buoni e i prepotenti cattivi,categorie assurde che rischiano
la stigmatizzazione in fasce d’eta cosi precoci e soprattutto in
età evolutiva.La scuola cosa può fare e cosa non deve fare
,all’emergenza di tali problemi che spesso nascono dalla
solitudine e dalla carenza di strumenti adeguati a dare risposte,
1) si deve evitare la stigmatizzazione e la generalizzazione nei
confronti del –bullo,tipo ,-sei sempre il solito,in quanto si rischia
emarginazione ed etichettamento predittivo,
2 )evitare di considerare che la scuola da sola possa risolvere il
problema tramite una delega totale, ,ma creare un intervento
integrato ,sincronico e con identità d’intenti fra le varie
istituzioni preposte alla tutela minorile sociale e del
territorio,sanando sacche logistiche a rischio ,vedi giardinetti
privi della presenza di vigilanza .
3)evitare una invadenza del territorio ,ognuno deve fare la sua
parte,il suo è un compito in cui si cura l’apprendimento sociale e
relazionale,non può assumere nè un ruolo terapeutico nè di
assistenza sociale,si deve creare l’interazione evitando la
confusione dei mandati che non produrrebbe quindi veri
cambiamenti
4) va evitato che la vittima si identifichi in modo passivo con il
suo ruolo,che comunque potrebbe creare un dannoso senso di
compensazione e gratificazione,già rafforzato dalla non cultura
dell’appartenenza di genere.
5) dovrebbe distinguere i casi limiti ,che debordano nella
patologia e nell’associalità.facendo un invio-segnalazione a chi
di competenza
6) tutto questo lavoro deve vedere coinvolti
,responsabilizzandoli ,entrambe i genitori con le loro funzioni
paterne e materne,creando la strategia comune scuola –famiglia (
noi da vari anni stiamo cercando con la creazione del terzo
linguaggio ,di fare ciò).
7) evitando l’atteggiamento giudicante eo del facile
psicologismo.,si chiede alla famiglia di aiutare a far rispettare le
regole che la scuola insegna,creando una alleanza.
8 )gli insegnanti dovrebbero affrontare tali problemi in equipe e
la vorare sulla propria capacità di stare nei conflitti ed è su
questo che dovrebbe puntare la formazione.-la competenza al
conflitto,e un processo a lungo termine che si realizza tramite la
capacità all’ascolto e alla fermezza rigorosa nel dialogo,senza
facili alleanze non obiettive
9 INTERVENTI CONGIUNTI E COERENTI FRA I VARI
ATTORI ETICI ,BAMBINI,GENITORI ISTITUZIONI
domingo, 17 de julho de 2011
557- O desemprego causa um suicidio por dia na Italia
A seguir endereço com texto sugerido pela nossa amiga e colaboradora Maria Rosa Dominici.
O acesso ao blog está nas relações de blogs amigos.
http://ilmalpaese.wordpress.com/2011/05/29/rapporto-eures-la-disoccupazione-causa-un-suicidio-al-giorno-in-italia/
O acesso ao blog está nas relações de blogs amigos.
http://ilmalpaese.wordpress.com/2011/05/29/rapporto-eures-la-disoccupazione-causa-un-suicidio-al-giorno-in-italia/
sábado, 16 de julho de 2011
555- Cinema - uma viagem para dentro da cabeça.
O primeiro filme é “Takva”. Um homem temente à deus.
A história de um homem simples que constrói sua vida sobre e em torno da religião. A fé o acompanha em todo o momento. A manifestação do inconsciente, dos desejos escondidos é imediatamente combatida pela prática religiosa. Este homem simples e de fé passa a ter uma função importante nas finanças de uma mesquita. Está função que traz grande reconhecimento na comunidade de crentes aumenta a tensão entre o desejo escondido, o desejo encarcerado e os princípios de sua fé. As contradições entre o real, o desejo e os seus princípios religiosos aumentam de forma irresistível. O filme de origem turca nos leva a uma viagem até Istambul, a uma comunidade religiosa islâmica e às contradições graves que se estabelecem dentro de um homem, entre o espaço da fé religiosa, dogmático e inflexível, e uma realidade em permanente mutação que traz perigosos desejos à tona. Estas tensões, na cabeça deste homem simples e de fé, podem levar a um impasse sem saída. Não há uma saída negociada quando não há diálogo possível. Como negociar com a fé e seus dogmas? Este é o ponto de ruptura interna. Todo este processo ocorre dentro deste homem.
O segundo filme trata também de um conflito interno. Agora podemos acompanhar os mecanismos de resistência à agressão insana. Uma jovem mulher, de 20 anos resiste à maldade, ao egoísmo e a insanidade construindo em sua cabeça uma estória de resistência onde os personagens da vida real ganham uma nova identidade. As representações da vida crua, por meio de personagens fantásticos, se tornam poderosos mecanismos de defesa e resistência mental. Quanto maior a ameaça mais sofisticada a estória construída. A gravidade da ameaça faz com que a jovem construa dois espaços mentais de resistência, onde os conflitos são materializados de forma fantástica. É a fantasia permitindo a aproximação da realidade. Se todos nós precisamos e criamos fantasias para lidar com o real, quando este real se impõe de forma absurda na vida de uma pessoa, os mecanismos de resistência por meio da fantasia se tornam maiores e mais poderosos.
“Sucker Punch – mundo surreal”
Finalmente, o ultimo filme desta viagem para dentro de nós mesmos é o
“A ilha do medo”
Quando a mente nos prega uma peça e as fantasias construídas para a nossa sobrevivência se confundem com o real.
O teste de realidade, que começamos a desenvolver ainda quando crianças, pode falhar.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
553- Coluna da professora Maria Rosa Dominici - Latte Amaro
I MESSAGGI NELLA BOTTIGLIA: le donne e l’alcool
CARBONIA 24-25 settembre 2009
Sala Convegni Hotel TANIT
PROVINCIA DI CARBONIA IGLESIAS
Accordo di Programma sulle Dipendenze del SULCIS IGLESIENTE
Dipartimento di Salute Mentale e Dipendenze della ASL7
Patrocinio Regione Sardegna e Fondazione Banco di Sardegna
LATTE AMARO: precursori psicologici dell’alcoolismo
Maria Rosa Dominici
LATTE AMARO
Sull’origine dell’alcoolismo femminile,come sostitutivo distruttivo/compensatorio del latte materno.
Maria Rosa Dominici
Il titolo e’ dedicato ad una bambina di 4 anni che violentata dal padre e da un gruppo di pedofili mi disse “chifo il latte di papa’ ,…amaro”allontanata e messa in protezione in luogo adeguato ,fu scoperto che cercava del vino e lo bevevo di nascosto ,per sputare o inghiottire il latte amaro “
FEMMINILITA’ ,MATERNITA’,NEL MITO DI DIONISIO
Vi è un’origine androgina nel mito del dio del vino,e ora attraverso l’evoluzione socioantropologica in cui le donne raggiungendo una parità con l’uomo si sono avvicinate anche all’assunzione di vino,non piu’ in modo sommerso e nascosto ma in riti pubblici come l’aperitivo,,il frizzantino ,il bicchiere della staffa….. se pensiamo alle baccanti ,niente di nuovo sotto il sole cosi come l’acquisizione della medicina psicosomatica che ci dice quanto mente e corpo siano strettamente connessi,anche questo attraverso il simbolo era già nel mito,
MINERVA nasce dalla testa di ZEUS cosi come DIONISO nasce….
Nell’antichità DIONISO era spesso chiamato BIMADRE o BINATO, poiché essendo stata arsa viva, la madre SEMELE, il padre ZEUS lo trasse dal ventre della stessa e se lo cuci nella coscia per due mesi, per portare a compimento il tempo del parto, poi lo fece crescere con le baccanti e gli regalo il segreto del vino, considerato con l’acqua, il sangue e il seme uno degli elementi essenziali della spinta vitale., sino a che tutto ciò non degenera in una distorsione che dall’eros porta allo thanatos
FISSAZIONE ORALE
Quando ,nasciamo abbiamo già scritta in noi un po’ della nostra storia,che è insita nella nostra memoria corporea di quel tempo in cui siamo stati due in uno e l’uno che ci conteneva era attore attivo, di atti, fatti, pensieri, vissuti, sentimenti, tutto ciò filtrava come in uno scambio osmotico nelle nostre strutture primigenie che via via andavano a specializzarsi, sino alla nostra nascita, separazione dal cordone ombelicale che ci aveva ,bene o male, nolente o volente nutrito.
Poi,dopo questa prima separazione, comunque traumatica, poichè in modo ineluttabile, quell’uno diventa 2, la natura cerca subito di compensarci tramite la soddisfazione del bisogno primario che è il nutrimento, l’allattamento, ed è qui che si crea l’origine della soddisfazione ed unione del bisogno desiderio, è la fase in cui il piacere risiede nella zona orale.
I modi in cui viviamo questa prima fase, lasceranno traccia nel resto dei nostri comportamenti legati all’oralità, per cui in base all’esperienza introiettata, positiva o negativa creeremo una sorta di mappa di risposta psicosomatica a tale esperienza.
Dopo questa iniziale illusione gratificante del seno buono, che nutre con un latte caldo e dolce che ci rassicura, coccola e fa crescere dandoci piacere, ecco la seconda separazione, piu’ o meno dolorosa, lo svezzamento, in tale periodo al bambino non è ben chiaro perché debba rinunciare ad una fonte di piacere cosi facilmente ottenibile, ed appaiono i primi surrogati sostitutivi. il ciuccio, il dito, la copertina di LINUS, che via via diventeranno, la cannuccia della penna da masticare, le unghie da distruggere, le sigarette da fumare, il cibo da divorare, il vino, latte amaro che ridà in modo subdolo l’ebrezza dell’antico piacere, dove però non vi è piu’ nessuno che sappia darci il limite ed ecco la seduzione inizialmente strisciante e silente dell’alcolismo, che come tutte le dipendenze crea nella mente dell’abusante il pensiero invischiante”tanto mi fermo quando voglio,”ed è proprio in questo pensiero che si riconosce lo schema dell’alibi delle persone che maturano dipendenze.
DA PADRONE A VITTIMA
Bè oggi mi devo tirare su,un aperitivo non può farmi male…
Meglio un bicchiere in compagnia…è il mio antidepressivo…
Mi sento cosi bene dopo uno o due aperitivi,ci si smolla si attenua quel rigore,si ride piu’ facilmente….ci si sente meno soli
Quante volte, queste innocue parole ?!
Poi molti vi scivolano, senza accorgersene, languidamente, diventa un rito, quasi erotizzato, ma nella continuità del cronos ecco farsi spazio sempre di piu’ il rischio del thanatos, specie per le donne.
E’ cosi bello lasciarsi andare, si è modificato il sociale femminile, ora si può frequentare il bar, precocissimo il rito dell’aperitivo, precocissime le avvisaglie di un alcolismo adolescenziale
Gradatamente l’abbattimento dei freni inibitori secondari all’assunzione di alcol, porta alla dipendenza
PUBBLICITA’ PROGRESSO
Un rosso aperitivo, è talmente inebriante nella sua pubblicità da fare confondere la percezione della seduzione sessuale, alla fine slacciato il giubbetto NERO, COMPARE LA FASCIA BIANCA , il bel giovane è una donna………..
Una innocua lattina mette le ali…e pensare che contiene chimiche dannose al tessuto cerebrale ne piu’ nè meno di altre droghe,e cosi camuffata non soggiace alle limitazioni e ai controlli di vendita
Avete presente quelle bustine semiplasticate, che in genere contenevano succhi di frutta?, ora contengono, cognac, wiski, gin ecc.in confezioni coloratissime, monodose, che facilmente traggono in inganno l’ingenuo o vengono scelte dall’esperto, sono comode, tascabili, non c’è vetro ingombrante, possono passare inosservate, sugli espositori di fianco alle chicles
Conosco una persona, disperata per la lotta contro l’alcolismo della madre, quando ha scoperto che questa era riuscita ad eludere i controlli, tranquillizzandola, in quanto non trovava piu’ fiaschi o bottiglie di vino……….
quando in vari sacchetti della spazzatura si accorse che occultate e mischiate agli altri residui vi erano striscioline di carta di vari contenitori di vino in cartone………….
Di questa madre emerse l’alcolismo dopo una serie di cadute traumatiche, dalle scale, finalmente una ingessatura la bloccò a letto e la figlia ebbe la possibilità di sciogliere il dubbio acquisendo la certezza di tale dipendenza, da parte della madre,subentrata a seguito di situazioni altamente frustranti che non seppe affrontare in modo adeguato,un licenziamento e il fallimento matrimoniale, non c’era in lei un’autostima sufficiente a farle reggere tali avversità, in effetti nel romanzo familiare questa donna a sua volta era stata abbandonata dalla madreper un amore extraconiugale quando aveva poco piu’ di un anno
Chiunque abbia percepito e vissuto l’esperienza del LATTE AMARO,DEL SENO CATTIVO, può quindi sviluppare patologie comportamentali, piu’ o meno autolesioniste legate all’oralità.
STORIE E SIMBOLI
Interessante la storia di MAURICE UTRILLO, pittore, figlio di SUSANNE VALADON, a sua volta pittrice, per tenere sedato il neonato gli venivano dati biberon contenenti vino, per cui fu inevitabile farne un alcolista, con ricoveri psichiatrici e la sua splendida arte non fu sufficiente ad evitargli un destino drammatico e sofferto
Un sogno ,di paziente 35 anni,donna sposata,2 figli, figlia di padre alcolista morto da alcuni anni;
“mio padre è davanti a me, ha 2 coltelli in mano, minaccia, io lo affronto ma sono come immobile, ho in mano una mazza da basebool”. Chiedo come si sia sentita al risveglio, racconta “triste e in colpa, il desiderio è stato impellente andare in cucina e bermi un bicchierino di cognac per togliermi quel gelo dell’anima che mi sentivo addosso, poi ho pensato che c’erano ancora i miei in casa, mi vergogno non voglio che vedano o sentano che bevo già cosi presto, in genere lo faccio quando sono sola in casa, quando sono già usciti tutti,e io posso restare sola con me stessa, le prime volte bere, di nascosto mi dava piacere, quasi una colpevole masturbazione….piacevole..che poi lasciava spazio auna triste malinconia, nostalgia di non so che…”la invito a fare libere associazioni sul sogno o a fare fluire ricordi ,immagini,sensazioni,emozioni.
“Mi ricordo mio padre, buonissimo, ero la sua cocchina, però c’erano quelle sere che tornava ubriaco che mi faceva paura. Urlava, avevo imparato a non piangere perché se ci sentiva piangere si arrabbiava di piu’, stavo zitta, mia mamma prendeva in braccio mio fratello piu’ piccolo,lo allattava ancora, alle volte lui si addormentava anche,mio padre prendeva i coltelli e minacciava di uccidersi,io allora scappavo fuori, anche se c’era buio,correvo nei campi,mi nascondevo,estate o inverno che fosse,poi veniva a cercarmi la nonna che stava nella casa a fianco,mi consolava e mi dava il latte caldo con la grappa e piano piano mi prendeva un buon senso di tepore e mi addormentavo in braccio suo.Un po alla volta,mi organizzai,provavo sempre piu’ pena per mio papa ,perché poi lui si pentiva ,piangeva,chiedeva scusa finchè non ci ricadeva….e provavo rabbia per mia mamma che diceva sempre –vi lascio tutti………non ne posso piu’………….se non ci fossero i bambini …”cosi quando papà tornava ubriaco, io prendevo sempre un mio golfino con le tasche ,e c’era sempre una di quelle bottigliette mignon di liquore che mio papà collezionava,scappavo fuori e me le bevevo,tanto nessuno se ne accorgeva
Cosa mi dice del sogno?
“ha ragione lei,sono sempre io,sia il papà che con i 2 coltelli minacciava di volersi uccidere,sia io con la mazza che ha la forma di una bottiglia,sono sempre io che bevendo voglio farmi del male “
Casi clinici
LA FIGLIA DELLA BACCANTE
Giovane,,depressa, si riteneva brutta, preferiva la solitudine, era piena di creatività, il che sembrava in contraddizione con quella chiusura.
Venne portata in terapia da un famigliare, non la accettai specificando che doveva esserci la sua volontà, qualora ne avesse bisogno e voglia, dopo alcuni mesi mi telefonò, durante il colloquio c’era qualcosa che mi distraeva ma non capivo, comunque si decisee si iniziò.
LaVERBALIZZAZIONE ERA STENTATA, IL POCO PERò ERA MOLTO, SI ESPRIMEVA FOCALIZZANDO SULLE SENSAZIONI E SUI SENSI, AVEVA RICORDI OLFATTIVI, QUESTI MI DIEDERO UNA TRACCIA, ANCHE IL MIO OLFATTO ERA DISTURBATO, DOPO OGNI SEDUTA DOVEVO SPALANCARE LE FINESTRE , POI CHIESI SE PER CASO NON BEVESSE,IN EFFETTI ERA UNA ALCOLISTA, DA ANNI BEVEVA , DA ANNI AVEVA CONFLITTI CON LA MADRE E CON LA PROPRIA IMMAGINE,DICEVA DI ESSERE CRESCIUTA DA SOLA, NELL’INCURIA DELLA MADRE E DELLA PARENTELA INTENTA ALLA CURA DEL PATRIMONIO FAMILIARE, GRANDE AZIENDA VINICOLA.il VINO FACEVA PARTE DEL SUO QUOTIDIANO, MA IN CASA E PER TUTTI ERA CONSIDERATA ASTEMIA, SPESSO ALLE FESTE PER UN NUOVO VINO VOMITAVA E VENIVA ANCHE UN Po’ DERISA, CERTAMENTE NON AVREBBE CONTINUATO LEI LA TRADIZIONE DI FAMIGLIA.
Alle feste dell’uva appena poteva si ritirava in camera e si ubriacava,poi piangeva,poi vomitava e non riusciva a spiegarsi tutto ciò,una sorta di coazione a ripetere,come se in lei esistesse un qualcosa di antico ed inspiegabile,quasi istintivo in continuo conflitto con la ragione,dopo una lunga terapia svoltasi in due momenti ,la prima focalizzata alla risoluzione del sintomo e la seconda ad una analisi del profondo,emerse attraverso l’indagine famigliare,che in effetti la sua nascita era avvenuta in una atmosfera sicuramente ambivalente ,la madre ebbra alla festa del vino novello,l’aveva partorita durante un attacco diarroico,quell’odore era rimasto nella memoria corporea,quell’ambivalenza l’aveva segnata,nessuno avrebbe mai pensato ad una simile origine del disturbo psicosomatico,la terapia si risolse in modo positivo,attualmente è sposata e conduce l’azienda di famiglia,è diventata una sommelier di fama.
somatizzazioni
terapia
RECUPERO PSICOSOMATICO
Per verificare l’esito positivo della terapia psicosomatica (T.A.A.o come preferisco definirla io,ossia T.A.B. terapia analitica breve focalizzata al sintomo) da anni ho evidenziato dieci ITEM che se raggiunti ne confermano l’esito risolutivo.
L’intero percorso terapeutico consta di 25/30 incontri-induzioni in cui l’assioma psicosomatico”IL CORPO FA CIO’ CHE LA MENTE VUOLE”permette in un confronto reciproco,terapeuta –paziente ,la verifica dell’avvenuta inversione che dall’iniziale sintomo-comportamento autodistruttivo si è recuperato il diritto,bisogno desiderio ad una vita dignitosa scevra da colpe o frustrazioni iatrogene.
Sono 10 i parametri che danno una garanzia di ciò
1)il recupero dell’autostima,
2)la stima dell’altro da sé,
3)avere risposte adeguate e capacità di reggere le frustrazioni
4)principio di realtà
5)equilibrio fra il principio del dovere e il principio del piacere,
6)superamento del falso sé,
7)equilibrio tramite l’IO sano dell’istanze dell’ES e del SUPER IO
8)capacità di assunzione di responsabilità,
9)potere decisionale
10)capacità di autonomia.
Filmologia
I giorni del vino e delle rose
La rosa tatuata
Via da las vegas
Io però sono romantica ed ottimista vorrei tanto sostituire a quel simbolo totemico e fallico del ,manifesto,con quella figura femminile in posa orante ,come si vede nelle incisioni camune…………l’antica bottiglia,portata dal mare con dentro un messaggio d’amore,
grazie
Maria Rosa Dominici
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